Reviver no Tempo

REVIVER NO TEMPO

Para além de variadíssimas propostas de viagem pelo conhecimento com visitas guiadas e encenadas, oficinas e encenações a Braga Romana volta a proporcionar mais de 72 horas de programação ininterrupta e cerca de 200 espetáculos em palco.

CENTURIUM® – CERTAMEN LUDORUM LATRUNCULORUM

O CENTURIUM é o culminar da dinamização dos jogos do Moinho, Soldado e Seega, em contexto escolar, no âmbito do Programa Educativo Centurium®.

Alunos oriundos de diversas escolas do concelho de Braga vão defrontar-se para apurar o vencedor absoluto em cada jogo e em cada escalão, nomeadamente: Primus Cycle; Secundus Cycle; Tetrium Cycle; e Inclusat. Sem esquecer os professores, decorrerá no mesmo dia um Torneio para Professores (Institutor).

DOCUMENTÁRIO BRACARA AUGUSTA

A partir do significativo património arqueológico pré-romano e romano existente em Braga, com este documentário faremos uma viagem no tempo até Bracara Augusta. Através de filmagens recolhidas nos espaços patrimoniais desses períodos e nas diversas maquetes existentes, de recriações em 3D e de entrevistas a variados responsáveis e especialistas, iremos compreender como estava estruturada a urbe bracarense. Do passado para o futuro, veremos também como se concretizará a musealização do Complexo das Carvalheiras.

Uma colaboração do Município de Braga; Fundação Bracara Augusta; Universidade do Minho (Unidade de Arqueologia); Universidade Católica (Centro Regional de Braga); Museu de Arqueologia Dom Diogo de Sousa.

ACTIO CONDENDI BRACARAM AUGUSTAM – RITO FUNDACIONAL DE BRACARA AUGUSTA

Todas as novas cidades fundadas por Roma eram precedidas por um ritual imperioso que sagrava o território e o delimitava, lançando as bases do seu ordenamento. Iniciado por altos sacerdotes, o ritual culmina com o pronunciar do nome da divina urbe de Bracara Augusta, e o protagonismo das “filhas” da deusa Vesta, que acenderão e protegerão o fogo sagrado da cidade para toda a eternidade.

BRACARA AUGUSTA TRIUMPHALIS – CORTEJO TRIUNFAL

Se durante a res publica romana os triunfos enobreciam os generais, com o nascer do império eram dedicados ao imperador! Mas, em Bracara Augusta, Brácaros e Bracaraugustanos unem-se, convocando os povos da Gallaecia, para juntos coroarem com láurea de ouro, aquela que triunfa sob o olhar atento do Império, a opulenta Urbe, a própria Bracara Augusta. Num majestoso cortejo triunfal, a música, a dança, o teatro, a força, as divindades e o próprio poder imperial, atravessam a Augusta cidade, onde os espectadores são convidados a participar, lançando pétalas de flores à sua passagem, num trajeto perfumado pelo incenso, onde a pompa e glória é atribuída à digna de Triunfo!

Itinerário: Avenida Central; Largo Barão S. Martinho; Rua do Castelo; Rua dos Capelistas; Rua Dr. Justino Cruz; Rua do Souto; Rua da Misericórdia e Praça Municipal.

ROMANAE NUPTIAE – CASAMENTO ROMANO

Um casamento romano era sinónimo de festa e alegria e, na grande maioria dos casos, de grandes alianças políticas e económicas. O ritual da cerimónia é recheado de momentos simbólicos da mitologia clássica, como também de notáveis partes lúdicas que durante o banquete deliciam os noivos e seus convidados.

MESA REDONDA – PATRIMÓNIO: OLHARES TRANSDISCIPLINARES

27 de maio | 17h00 – 19h00 | Casa do Conhecimento do Largo do Paço, Universidade do Minho

Com o contributo de investigadores provenientes de diferentes áreas do conhecimento que, de forma direta, ou indireta, participa no estudo do património cultural, o evento “Património: Olhares transdisciplinares” pretende pôr em discussão e dar a conhecer, novos conceitos e inovadoras abordagens metodológicas de investigação, preservação e divulgação do nosso património.

 

LUDI FLOREI – FLORÁLIA: CERIMÓNIA DE ABERTURA

Símbolo do eterno renascimento da Primavera, a Deusa Flora, uma antiquíssima divindade Sabina do Quirinal, era cultuada pelos romanos, com grandes festejos em seu nome, Ludi Florei ou Florália, durante a Primavera! Na imagem e descrição dos seus festejos prevalecia a multidão de várias cores, que lembram os campos e jardins floridos, faustosas e variadas grinaldas de flores encimando as cabeças, que dançando e cantando lançam pétalas de flores e algumas ervas de cheiro, perfumando as ruas e praças. A Braga Romana – Reviver Bracara Augusta, possui dos mais belos campos e jardins floridos por excelência, as suas Crianças, que em conjunto abrem as festividades com Ludi Florei.

HELIUS – HÉLIUS, O DEUS SOLAR

Do acasalamento de um casal de Titãs, nasce Helius, aquele que será o condutor do carro que se ergue todos os dias no extremo oriental para se vir deitar a ocidente. Faetonte, seu filho, quis conduzir o carro solar, mas não tendo força suficiente, voava demasiado alto, causando tempestades, ou baixo, queimando a Terra. Zeus enfureceu-se e matou-o com um raio. Helius ficou inconformado, mas prosseguiu a sua rotina de unir o oriente ao ocidente, dia após dia.

DIES LUSTRICUS – BATIZADO ROMANO

Aquando do nascimento de uma criança, esta era sujeita à aprovação do Pai (Pater Familias) que ao pegar nele (Tollere filium) indicava a sua aceitação!

Após aceite, somente passados oito dias para as raparigas e nove para os rapazes, ocorria o Dies Lustricus, uma cerimónia de purificação, com a dádiva do seu nome e da respetiva família, para apresentação à sociedade.

Das ofertas feitas à criança neste dia, destaca-se a Bulla, que acompanhará a criança até imposição da toga viril, no caso dos rapazes, e ao dia do casamento, no caso das raparigas.

CIRCUS MAXIMUS – CIRCO MÁXIMO

Um espetáculo inspirado naqueles lutadores quase mitológicos que ancoraram sua existência na glória da vitória ou da morte na arena do circo. Guerreiros do espetáculo que farão vibrar a arena demonstrando a sua habilidade a cavalo, a sua bravura na batalha e a sua habilidade na corrida de bigas romanas.

ROMANA FUNERA – FUNERAL ROMANO

Após a morte, os romanos cumpriam o ritual de expor o corpo para velação pública. Seguia-se o cortejo fúnebre que, chorado por “carpideiras” e embelezado pela pompa, percorria as principais vias da cidade até ao local da cremação, onde aí cumpria a sua função de apoteose.